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A importante transição para HTTPS começa em 10 de julho

Security HTTPSFaz pouco mais de quatro meses desde que anunciamos  o nosso compromisso de conectar você e seus usuários de forma mais segura aos sistemas da ProQuest. Agora, estamos nos aproximando da fase final em que o suporte ao protocolo HTTP “será removido” e precisaremos conectar os sistemas da ProQuest com a versão mais segura, HTTPS.

A partir de 10 de julho, a plataforma ProQuest vai exigir que todos os pedidos de busca e recuperação de documentos utilizen HTTPS. Antes disso, certifique-se de que seus proxies e links de documentos estejam ajustados.

– Se sua biblioteca usa proxies para acessar a ProQuest, há algum trabalho a ser feito antes de 10 de julho para atualizar links e certificados para suportar o HTTPS. Para obter instruções sobre como completar essas alterações em servidores proxy comuns, consulte este artigo de suporte.

– Se sua biblioteca acessa o conteúdo da ProQuest diretamente (não via proxy), comece o processo para rever e converter links para o conteúdo da ProQuest para suas versões HTTPS exclusivamente garantindo, assim, que seus clientes estejam melhor protegidos à medida que pesquisam.

Além dos sistemas anunciados em janeiro, vários outros agora oferecem suporte a HTTPS, incluindo Pivot, ProQuest Congressional e muitas das nossas ofertas de K-12. A Ebook Central e outros sistemas também estarão terminando o suporte de HTTP no decorrer de 2017.

Para obter a lista completa de produtos e datas finais da transição para HTTP, reveja este artigo de suporte, que será atualizado regularmente à medida que as datas forem confirmadas. Mantenha-se informado facilmente assinando a série de artigos para ser notificado das mudanças.

Comece a usar o HTTPS como seu meio primário de se conectar a todos os sistemas ProQuest habilitados agora, para que você e seus usuários estejam melhor protegidos desde já. Isso também irá prepará-lo para a próxima suspensão de suporte à HTTP.

“HTTPS em todo lugar”

Os fabricantes de navegadores estão dirigindo em direção a uma Internet mais segura que alavanca o HTTPS o mais amplamente possível. Você notará mudanças em navegadores comuns que continuam a dirigir a mensagem de “HTTPS Everywhere” para os usuários enquanto navegam na Internet. Por exemplo, o Google atualizará seus navegador Chrome em outubro. O navegador irá notar a página da Web que usa HTTP para enviar informações como “Não seguro”, tornando os usuários mais conscientes quando enviam informações através de uma conexão não criptografada.

Como protetores de privacidade e defensores da segurança, a biblioteca é um ótimo parceiro para transmitir essa mensagem aos usuários.

Precisa de mais informação ou ajuda?

Entre em contato com uma de nossas treinadoras Ely Penna ou Eulália Soares ou o seu Gerente de Contas para obter respostas a perguntas ou preocupações sobre esta etapa final de transição para o HTTPS. Aumentar a segurança da Internet nos beneficia a todos, e essas mudanças são fundamentais para garantir que as buscas de seus usuários nos sistemas da ProQuest sejam privadas de ponta a ponta.

Portal de Periódicos da CAPES agora com acesso ao texto completo da Technology Collection

As instituições usuárias do Portal de Periódicos da CAPES agora possuem acesso à TECHNOLOGY COLLECTION da ProQuest. A coleção inclui as bases de dados Advanced Technologies & Aerospace Database, Materials Science & Engineering Database e Military Database.

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Corpo docente, pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação, das universidades que oferecem o conteúdo da CAPES, podem pesquisar títulos das mais prestigiadas editoras de Ciência e Tecnologia mundiais, incluindo Springer, Wolters Kluwer, Elsevier, Nature Publishing Group, entre outras, com milhares de títulos em texto completo na Plataforma ProQuest. O conteúdo inclui periódicos revisados por pares, publicações comerciais, ebooks, monografias, anais de congressos, relatórios, newswires, vídeos e muito mais.

Para aqueles que precisam mergulhar profundamente em sua disciplina com extensas revisões de literatura, incluímos uma ampla gama de bases de dados de resumos e referências específicas e a contribuição editorial na seleção de conteúdo, vocabulário controlado e indexação traz estrutura para a literatura, facilitando aos pesquisadores a descoberta eficiente de conteúdo relevante dentro de cada disciplina.

As áreas temáticas incluem:

• Tecnologias avançadas

• Engenharia aeroespacial

• Engenharia Automotiva

• Bioengenharia e biotecnologia

• Química e engenharia química

• Engenharia Civil

• Comunicações

• Compósitos

• Ciência da Computação

• Materiais de construção

• Engenharia de terremotos

 

• Eletrônica e elétrica

• Engenharia

• Materiais de engenharia

• Engenharia Ambiental

• Segurança interna e terrorismo

• Indústria e fabricação

• Engenharia

• Relações Internacionais

• Ciência de materiais

• Matemática

• Engenharia Mecânica

• Metalurgia

• Militar e defesa

• Nanociência e
Nanotecnologia

• Novas tecnologias

• Física

• Ciência do polímero

• Aços, ligas e
metais não ferrosos

• Telecomunicações

• Engenharia de transporte

Leia no portal >

Para suporte aos pesquisadores, veja nossa página dedicada ao Portal de Periódicos da CAPES.

Títulos de ebooks da Oxford e Wiley não disponível nas plataformas das editoras

A ProQuest tem o prazer de lhe oferecer mais de 32.800 ebooks da Wiley (aprox. 21.100) e Oxford University Press (aprox. 11.700) que não estão disponíveis nas próprias plataformas das editoras. Ao adquirir esses títulos nas plataformas Ebook Central ou ebrary, você pode:

  • Escolher um modelo de compra/assinatura que atenda às suas necessidades de orçamento.
  • Fornecer uma melhor experiência ao usuário, oferecendo títulos pesquisáveis de vários editores em uma única plataforma, permitindo inclusive, busca cruzada.

Deseja a compra imediata ou aquisição baseada na demanda (DDA)?

No DDA, os títulos só são acionados para compra se forem usados. Como parte do programa DDA, você pode ainda aproveitar o exclusivo modelo de acesso da ProQuest: ATO (Access-to-Own), que aplica o empréstimo à propriedade do título. O ATO está ganhando a atração rápida e igualmente entre bibliotecários e editoras porque fornece acesso a mais conteúdo do front-list e elimina barreiras associadas aos embargos dos empréstimos à curto prazo.

Gostaria de ver uma lista de títulos? Clique aqui ou entre em contato com o seu Gerente de Contas da ProQuest.

O poder da associação de Alexander Street e ProQuest

A Alexander Street foi fundada em maio de 2000, com o objetivo de publicar coleções digitais de streaming em grande escala de excepcional qualidade nas ciências humanas e sociais. Em busca, especificamente, de conteúdo raro e difícil de encontrar para adicionar funcionalidades e, assim, cumprir a missão de “fazer vozes silenciosas serem ouvidas”.

De acordo com Stephen Rhind-Tutt, Presidente da Alexander Street:

“Queríamos construir uma empresa que investigasse materiais raros, difíceis de encontrar e até então inacessíveis e os tornassem úteis e envolventes para estudiosos e estudantes. E foi isso que fizemos. Somos a primeira empresa a vender streaming de música e vídeo em bibliotecas, somos os primeiros a publicar fontes primárias em aconselhamento e engenharia e para fazer roteiros de filmes e quadrinhos para bibliotecas. Desde o Black Panther Party Newspaper até 60 Minutes encontramos material excelente e o trazemos para as bibliotecas.

Cada uma dessas iniciativas expandiu a Alexander Street. Enquanto escrevo, estamos nos aproximando de 4.000 clientes em mais de 60 países. Temos perto de 150 produtos. Estamos vendo cada vez mais interesse no que fazemos. Já não somos uma pequena empresa. É hora de começar um novo capítulo.”

No ano passado a Alexander Street se uniu à ProQuest e planeja continuar com a sua tradição.

Nos últimos anos, a Alexander Street inovou com modelos de negócios impulsionados pela demanda, incluindo a Patron Driven Acquisition, a Evidence Based Acquisition e, mais recentemente, o Access to Own (ATO) – que permite aos clientes acessarem a uma coleção na sua totalidade e escolherem títulos seleccionados para possuírem no final de um assinatura.

“(Tornar-se parte da família ProQuest) Isso nos permitirá prosperar ainda mais em áreas como enfermagem, negócios e engenharia, onde nossa presença atual é pequena. Ele nos permitirá criar recursos de próxima geração em música, literatura e outras áreas das humanidades que irão deliciar os professores e alunos como nunca antes. Permitirá que nos concentremos mais na inovação do que na infraestrutura. Ela nos permitirá construir em vez de diluir nossa missão.” – afirmou Stephen Rhind-Tutt.

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Academic Video Online

A mais abrangente assinatura de vídeos disponível para as bibliotecas. Ela oferece mais de 62.000 títulos de vídeo abrangendo a mais ampla gama de áreas de estudo, incluindo antropologia, negócios, aconselhamento, cinema, saúde, história, música e muito mais. Mais de 17.000 títulos são exclusivos da Alexander Street, todos com um custo anual previsível. A enorme variedade de conteúdo da Academic Video Online a torna um recurso útil para todos os tipos de clientes, dando às bibliotecas um alto retorno sobre o investimento.

Peça um período de avaliação gratuita para conhecer melhor e avaliar o recurso.

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Recursos de suporte

Se a sua instituição já é assinantes da Alexander Street, abaixo alguns dos recursos disponíveis de suporte as bibliotecas na tarefa de promover os recursos dentro da instituição:

  • Botões para a web – Faça o download para usar na página da Web da biblioteca. Use as imagens para ajudar a divulgar suas coleções online e aumentar o uso.
  • Posters – Baixe e imprima Para promover os recursos da sua biblioteca. Todas as imagens estão em formato PDF de alta resolução e estão disponíveis gratuitamente para reutilização ou redimensionamento.
  • Marca-páginas – Faça o download, personalize e imprima Usando o Adobe Reader ou o Adobe Acrobat, você pode inserir o nome de sua biblioteca ou instituição e instruções para acesso remoto. Inclua qualquer informação que seus clientes possam precisar sobre servidores proxy, informações do cartão de biblioteca ou URLs para páginas no site da biblioteca.

Encontre mais recursos de suporte e divulgação clicando aqui.

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Download gratuito

A cada duas semanas, a Alexander Street disponibiliza para bibliotecas o download gratuito de um trabalho completo das reconhecidas bases de dados de streaming de música, Classical Music Library e Smithsonian Global Sound®.

Visite a página de download para obter mais informações.

 

Backfiles de periódicos essenciais em Humanidades e Ciências Sociais

Estando em uma biblioteca de pesquisa, você sabe o valor do conteúdo de arquivo de revistas para o sucesso da pesquisa de seus acadêmicos e alunos.

Mas você sabe que sem Periodicals Archive Online estão faltando na coleção centenas dos principais periódicos e seriados? Periodicals Archive Online tem muito pouca sobreposição com outras bases agregadoras. Avalie PAO para buscar backfiles de revistas que são essenciais e não estão disponíveis em formato eletrônico em nenhum outro lugar.

Publicações líderes online na Periodicals Archive Online incluem:

  • Spectator (1828-2000)
  • New Statesman (1913-2000)
  • Harper’s (1850-2000)
  • Sight  & Sound (1932-2000)
  • New Leader (1924-2000)
  • RUSI Journal (1858-2000)
  • Current History  / Current History and Forum (1914-2000)
  • E muito mais…

 

“[Periodicals Archive Online] é um recurso importante que será extraordinariamente útil em bibliotecas acadêmicas. O conteúdo é acadêmico e internacional, o backfile é impressionante, a pesquisa é direta, e o conteúdo está se expandindo…”
Library Journal

Solicite um período de avaliação gratuito agora mesmo!

A sua biblioteca traz à luz a pesquisa original?

Mais de 3.000 instituições líderes em todo o mundo assinam ProQuest Dissertations & Theses Global™. Elas sabem da importância de oferecer acesso a maior base de dissertações e teses do mundo a seus pesquisadores. PQDT Global agrega quase 4 milhões de obras, com cerca de metade em texto completo.

A ProQuest Dissertations & Theses Global permite à sua biblioteca:

  • Melhorar sua coleção com metadados de especialistas para resultados de pesquisa relevantes
  • Oferecer apoio crucial para Artes, Humanidades e Ciências Sociais com acesso a pesquisa primária significativa e resultados com ideias seminais de pesquisadores notáveis
  • Reforçar a pesquisa em Ciências fornecendo contexto adicional para a pesquisa publicada em periódicos ou anais de conferências enquanto surgem informações difíceis de encontrar, tais como resultados negativos
  • Adicionar uma nova dimensão às revisões de literatura dando aos seus pesquisadores um importante número de críticas bibliográficas, com ampla cobertura e extensas bibliografias que apresentam fontes e idéias que de outra forma seriam perdidas
  • Expor a pesquisa em profundidade através de áudio, vídeo, dados, instrumentos de pesquisa e outros tipos de arquivos digitais incluídos em milhares de obras

Saiba mais sobre os benefícios de oferecer ProQuest Dissertations & Theses Global.

Faça o download do folheto ou peça um período de avaliação gratuita, clicando aqui.

A função da Biblioteca na era da “Pós-Verdade”

Faça aqui o download do relatório, “Toward an Information Literate Society” (Rumo à uma sociedade alfabetizada em informação).

A palavra do ano de 2016 no Dicionário Oxford: pós-verdade.

É incrível que até um ou dois anos atrás, expressões como pós-verdade e “falsas notícias” eram essencialmente desconhecidas no uso popular.

Mas há muitos precedentes:

– Voltando até 1992, de acordo com a Christian Science Monitor, o primeiro uso conhecido de “pós-verdade” apareceu em um artigo da Nation sobre o escândalo Irã-Contras.

– Certamente, o Google e a Wikipedia, com seus resultados aleatórios e, às vezes, não verificados, foi uma maldição para bibliotecários, educadores e estudantes por mais de uma década. (Na verdade, observa o The Verge, “o primeiro resultado de pesquisa no Google para resultados de eleição por várias horas após a eleição americana foi um pequeno blog de conspiração que mostrava de modo errado Trump vencendo o voto popular.”)

– Dez anos atrás, o astro do “Relatório de Colbert” cunhou a palavra “veracidade”, compreendida como “acreditar em alguma coisa que parece verdade, mesmo se não for suportada por fatos.”

– Clickbait, com seus títulos provocantes e equivocados, levou incontáveis usuários a suspeitarem de sites ao longo dos anos.

– Depois com o surgimento das mídias sociais viram os inevitáveis spams de vírus e hoaxes.

Mas o ano passado reforçou o conceito de pós-verdade/notícias falsas dramaticamente, com o conhecimento motivado por Brexit (saída do Reino Unido da União Européia) e a eleição presidencial dos EUA. De acordo com o Pew Research Center, em 2016, 62% dos adultos obtiveram suas notícias das mídias sociais, em comparação com 49% relatando uma versão um pouco diferente da questão em 2012.

Facebook, Twitter e Reddit são as plataformas mais citadas por esses usuários e a maioria deles “tropeçam” em posts enquanto estão fazendo outras coisas nos sites.

“O problema é que histórias de notícias legítimas se misturam com todas as outras coisas no seu feed de ‘notícias’ do Facebook”, diz c/net. “Isso inclui histórias de sites que estão posando como novas fontes para coletar seus cliques. Além disso, mesmo se você clicar em um link para uma história bem pesquisada do Wall Street Journal, o Facebook poderia mostrar a você histórias relacionadas dos sites que não satisfazem esses mesmos padrões.” (O Facebook anunciou uma medida repressiva a notícias falsas em novembro de 2016, com esforços incluindo verificação de terceiros e facilitando relatar notícias falsas.)

A visão desde a mesa de referência

Bibliotecários podem efetivamente combater notícias falsas? Qualquer tentativa certamente é um desafio.

“Nós somos inundados com tantas informações que ficou mais difícil analisar onde as informações de qualidade estão.” Essa citação, da Professora Nicole A. Cooke da Universidade de Illinois, é parte de uma entrevista na The Verge.

“Nós costumávamos conversar com estudantes sobre ‘Qual a aparência do site? Parece que você poderia tê-lo feito no seu laptop ou parece que há uma corporação por trás dele?’ …Mas esses sites novos são tão sagazes, as interfaces podem realmente ser escorregadias, e eles podem parecer muito com o que consideramos serem fontes de prestígio”.

O “Annoyed Librarian” do blog do Library Journal diz que teoricamente, “bibliotecários poderiam ter uma função a desempenhar na batalha contra notícias falsas. Bibliotecas em massa certamente têm recursos para verificar qualquer coisa quanto aos fatos, e elas poderiam bombardear o Facebook. Exceto, claro, que elas poderiam apenas ser vistas por pessoas que já concordam com elas, o que é uma parte da reclamação contra o Facebook.”

Tomando providências

Um novo levantamento da ProQuest com mais de 200 bibliotecários revela as metas e desafios dos seus esforços de alfabetização informacional. (Download)

Em um ambiente de aprendizagem onde, como um estudo da Universidade de Stanford revelou, 82% de alunos do ensino médio “não poderiam distinguir entre um anúncio rotulado como ‘conteúdo patrocinado’ e uma notícia real”, bibliotecários podem tomar providências para ajudar a promover a instrução em informações.

– Prof. Nicole Cooke: “Quando você vê uma manchete muito obscena ou alguma coisa que seja desafiadora, às vezes a inclinação é encaminhá-la sem verificar. Você deve perguntar: isso aparece em vários lugares ou você apenas a viu no Facebook?”

– Georgina Cronin, Bibliotecária de Pesquisa e Suporte da Universidade de Cambridge e autora do blog “Cardies & Tweed”: “Se você não uma pessoa com um grande alcance, então conecte seus usuários com alguém que seja… Lidere, por exemplo, compartilhando bons recursos em contas de mídias sociais e ministrando sessões de ensinamento efetivas sobre instrução, uso das mídias sociais e pensamento crítico, e desenvolva as habilidades das suas comunidades.”

Passos para pesquisa melhor

Para alunos fazendo tarefas ou patronos gerais procurando informações, a biblioteca ainda é um “local seguro” para reunir fatos que levam a conclusões informadas.

– Em pesquisas abertas na rede, mesmo simples fontes como as páginas Quem Somos e Política de Privacidade de um site, datas claras em artigos postados ou credenciais do autor fáceis de rastrear, contribuem para acreditar no conteúdo como digno de confiança.

– Fornecer conteúdo aprovado para auxiliar com o pensamento crítico pode iniciar no nível da escola média com produtos como o ProQuest SIRS Issues Researcher (vencedor do Library Journal e finalista do CODiE), o qual apresenta argumentos pró/contra equilibrados de fontes mundiais.

– O Research Companion da ProQuest, uma solução baseada na nuvem e premiada em alfabetização informacional para pesquisadores e educadores, está alinhada com as normas da ACRL Information Literacy and Common Core English Language Arts dos EUA.

Por que essas mensagens “HTTPS” significam alguma coisa para você

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A ProQuest está ajudando a garantir pesquisas mais seguras

Por Daniel Ayala, Global Information Security, ProQuest

A ProQuest foi nomeada e homenageada com o Prêmio CSO50 de 2017 da CSO online, da IDG,que fornece notícias, análises e pesquisas sobre uma ampla gama de tópicos de segurança e gerenciamento de riscos. Esta premiação prestigiada saúda 50 organizações cujas iniciativas de segurança contribuem para um excepcional valor do negócios e considerável liderança.

Todos usamos a Internet todos os dias e, cada vez mais, estamos pensando sobre a privacidade e segurança da nossa atividade online. Um movimento está em marcha para a adoção mais generalizada de HTTPS e na ProQuest nós acreditamos que este passo adiante é chave para garantir a privacidade contínua dos nossos clientes.

Uma pequena história do HTTP

A Internet inicialmente não foi desenvolvida com as questões de segurança em mente, assim, ao longo do tempo, controles adicionais foram adicionados para garantir que seus usuários podem enviar coisas sem serem observados indesejadamente enquanto estas estiverem em trânsito. O HTTP (hypertext transfer protocol ou protocolo de transferência de hipertexto) remonta há quase 30 anos e no passado recente o uso prevalente de HTTP está sendo ativamente transferido para HTTPS (HTTP Seguro) para melhorar a segurança das informações de segurança entre usuários da Internet. Isto é ótimo, considerando que o HTTPS em si remonta ao ano 2000, e agora está realmente sendo adotado além do e-commerce. Se você estiver fazendo uma compra na Amazon, fazendo operações bancárias online ou usando um sistema de transferência de dinheiro online como o PayPal, seu uso de HTTPS ajuda a garantir um nível extra de segurança para proteger dados como seu nome de usuário e senha e que suas atividades dentro de seus sistemas não sejam vistas por olhos indesejados. E agora, a comunidade da Internet está estendendo ativamente HTTPS a áreas adicionais para aumentar a proteção, e a ProQuest também está fazendo isso.

O que vem por

Estou contente de anunciar que a plataforma ProQuest habilitou a capacidade HTTPS no aplicativo. Isso significa que suas informações privadas e pesquisas ficarão tão seguras e protegidas quanto possível ao usar HTTPS, não importa como e de onde você acessa a plataforma ProQuest. Além disso, todos os novos sistemas ProQuest no futuro usarãp HTTPS por padrão.

Estamos bem encaminhados para o HTTPS

Alguns produtos ProQuest suportam HTTPS por um tempo, e alguns outros o farão em breve, mas a plataforma ProQuest tem a mais ampla exposição a usuários de todas as tecnologias da ProQuest, e esta mudança significa que podemos proteger a maior parte do seu tráfego de pesquisa e recuperação de documentos quanto possível em uma alteração.

Adicionalmente, você pode estar ciente das atividades como Let’s Encrypt, liderada pela Electronic Frontier Foundation (EFF) e outros, que tornaram muito fácil para que proprietários de sites implementem HTTPS rápida e economicamente (gratuito!). Isso realmente demonstra que a hora do HTTPS, em toda parte, chegou!

Os sistemas da ProQuest que já suportam HTTPS (ou irão em breve)

Desde 12 de janeiro de 2017, os seguintes sistemas suportam HTTPS completamente ou como uma alternativa ativa para HTTP:

– Plataforma ProQuest (search.proquest.com)

– ProQuest Dialog (search.proquest.com/professional)

– ProQuest Administrator Module (PAM)

– Legacy RefWorks

– The New RefWorks

– Ebook Central

– ProQuest Research Companion

– Pi2 Drug Safety Triager

– Alexander Street Platform (search.alexanderstreet.com)

– Alexander Street Academic Video Store (search.alexanderstreet.com/store)

– Alexander Street Admin Portal

Nos próximos meses, atualizaremos os seguintes sistemas para habilitar o suporte HTTPS. O tempo exato será anunciado no Support Portal e comunicado aos clientes:

– Pivot

– eLibrary

– CultureGrams

– SIRS

– HeritageQuest Online

– ProQuest Congressional (congressional.proquest.com)

Na ProQuest, estamos muito empolgados com esta mudança para HTTPS e esperamos que você também esteja. Você verá atualizações adicionais conforme avançamos na segurança e privacidade nos nossos sistemas para fazer o melhor que podemos no intuito de proteger a relação de confiança que nossos clientes, editores e criadores de conteúdo colocaram na ProQuest.

Faça sua parte para dar suporte a sua privacidade

Porque HTTPS é apenas eficiente quando usado, bibliotecários têm uma função chave em certificar que seus sistemas e proxies são configurados para usar HTTPS em tempo integral e trazer o benefício de proteger comunicações para clientes e usuários, o tempo todo.

– Nós postamos um conjunto detalhado de especificações de configuração no nosso Support Portal para ajudá-lo a fazer as alterações necessárias para seus proxies.

– Adicionalmente, nós estamos esperando remover as capacidades de HTTP menos seguras para a maioria de sistemas em meados do ano, em cujo momento todos os clientes serão solicitados a  conectar-se nos sistemas ProQuest via HTTPS. Reserve algum tempo agora para começar a atualizar seus sistemas, links e proxies para estar pronto para isso.

O Google também está fazendo sua parte para apoiar a adoção de HTTPS. O navegador Chrome começou recentemente a mostrar aos usuários quando eles estiverem em páginas inseguras que transmitem senhas ou detalhes de cartão de crédito. Isso ajudará você e seus usuárioes a saberem quando pode não ser seguro enviar suas informações pessoais para o serviço em questão.

Assim como você, acreditamos que as comunicações seguras na Internet são um requisito para manter o ethos baseado na privacidade que está incorporado nas bibliotecas. Nós estamos orgulhosos em oferecer este suporte para poder servir suas comunidades de usuários neste intuito.

Daniel Ayala é um profissional de segurança da informações e riscos com uma carreira de mais de 20 anos e titular da certificação de Profissional Certificado em Sistemas de Segurança da Informação (CISSP). Seu histórico em serviços farmacêuticos e financeiros o viu trabalhar em esforços variando de projetos altamente técnicos a projetos relacionados a política e normas, de projeto organizacional a desenvolvimento de liderança. Como Diretor de Segurança de Informação Global na ProQuest, Daniel atualmente é responsável por segurança de tecnologia, privacidade de dados e risco tecnológico e conformidade em todos as empresas da ProQuest. Daniel também tem vínculos fortes com a indústria da Informação fora do escritório porque ele é regularmente instruído por sua esposa, uma ex-bibliotecária pública e corporativa, sobre as questões que são importantes para bibliotecários e usuários.

 

Medindo o impacto da mudança na Biblioteca

Por Kevin Stehr, Vice-Presidente, Vendas na América do Norte

Algumas partes das nossas vidas que se relacionam a metas e mudanças são relativamente fáceis de analisar. Se você está treinando para a sua primeira meia-maratona, por exemplo, seus tempos em corridas mais curtas podem precisamente prever seu sucesso em 21,1 kilômetros.

Outras iniciativas de mudança são um pouco mais difíceis de analisar. As metas podem mudar, os números podem ser mais fluídos ou informais em oposição a evidência sólida.

Na sua biblioteca, a mudança pode ser motivada por um único fator ou múltiplos fatores – tudo, desde retração no  orçamento, mudanças nos currículos e até reclamação de espaço.

Em blogs anteriores, eu falei sobre mudanças em bibliotecas e os entraves que as acompanham. Eu tirei proveito da minha certificação em Gestão de Mudanças para apontar o processo passo a passo conhecido como ADKAR (do inglês, awareness, desire, knowledge, action, reinforcement – conscientização, desejo, conhecimento, ação, reforço).

A mudança é valiosa quando ela traz melhoria. O ambiente circundando as bibliotecas cada vez mais pede evidência do progresso em troca de dólares do orçamento e lealdade, tornando a medição do impacto muito importante.

“A medição fornece uma forma de rastrear o progresso”, diz Timothy Galpin, no seu artigo Connecting Culture to Organizational Change (Conectando a Cultura à Mudança Organizacional) na HR Magazine (disponível em ABI/INFORM, Central ProQuest e outras bases de dados de negócios da ProQuest.) “Determinando o que medir e como medir, a organização pode claramente ver se está no caminho para atingir suas metas de mudança. Realizar metas não deve ser uma surpresa. A medição periódica permite que as pessoas avaliem o progresso em relação às metas. Gerentes e funcionários, da mesma forma, podem observar eles mesmos as realizações durante as etapas de implementação. Atingir referências intermediárias ajuda as pessoas a ficarem motivadas e as mantém comprometidas para realizar as metas finais.”

Decidindo o que (e como, e quando) medir

Decidir o que medir é um desafio, mas é um desafio que pode ser facilitado trabalhando base na gestão das mudanças.

Líder em consultoria de gestão de mudanças, a Prosci, produziu uma edição das Melhores Práticas em Gestão de Mudanças, a qual inclui uma lista de possíveis métricas a considerar ao analisar o impacto. A empresa examinou empresas que tinham implementado a mudança. Baseado nisto, na ProQuest, vimos que suas dúvidas poderiam ser transformadas em uma estrutura útil para desenvolver um plano de metas:

– Uma regra básica óbvia, mas importante: certifique-se que você escolheu as métricas que estão diretamente relacionadas à melhoria que a mudança está destinada a inspirar. Por exemplo, se a mudança na sua biblioteca envolvia fazer a transição de livros e periódicos impressos para digitais, é natural considerar o uso de um barômetro de ROI (Retorno sobre Investimento).

> Os seus recursos online estão obtendo os cliques que você esperava?

> Se não, os fatores como consciência do usuário e nível de habilidade estão impactando?

Observe, medição real também significa evitar métricas de “vaidade” – dados que podem soar bons, mas na verdade não revelam melhorias.

– Crie métricas que determinam adição de valor (o antes e depois)

– Meça impactos no nível individual, não apenas no nível organizacional. A Prosci aponta para avaliações de funcionários individuais como importantes para os participantes do seu estudo na identificação do progresso. Junto com as métricas de adoção, algumas das organizações examinadas mediram a adesão de funcionários, prontidão, feedback, registros de erros, mudança comportamental e outros critérios para medir impacto.

Eficiência da atividade como participação em treinamento também podem entrar nas métricas, diz a Prosci, e também o podem as métricas de desempenho como velocidade de execução, KPI (indicadores de desempenho chaves) do projeto e adesão ao cronograma.

– Defina um cronograma de relatórios para manter as partes interessadas informadas sobre o progresso em direção à sua meta. Isso significa determinar a frequência que você medirá e quem possuirá a manutenção das pontuações.

Galpin fornece essas ideias úteis adicionais:

– Defina expectativas numéricas específicas. Usar essa estratégia permite que as pessoas na organização comecem a “medir o imensurável”.

– Deixe isso simples para que as pessoas compreendam a ferramenta de medição. Isso também ajuda as pessoas a permanecerem focadas conforme trabalham na direção das metas do esforço de mudança.

– Seja criativo. Não caia na tentação de usar a “mesma velha medição para os mesmos velhos problemas.”

– Envolva Gerentes e funcionários no desenvolvimento das suas próprias medições.

A mudança é um processo, não um evento

Abordar a mudança como um processo com um começo, meio e um longo fim o ajudará a gerenciá-la de modo eficiente. Medir os ganhos que você faz ao longo do caminho integrará todas as partes interessadas possibilitando que sua instituição alcance as suas metas.

A ProQuest usa a mudança para melhorar nossos produtos e serviços – e nós oferecemos técnicas comprovadas de Gestão de Mudanças para entregar benefícios semelhantes para os nossos clientes. A sua biblioteca está pronta para uma transição?

A recuperação de espaço é condutora de mudanças nas bibliotecas

Por Kevin Stehr, Vice Presidente de Vendas, América do Norte

Mas a resistência à mudança está segurando você?

Uma pesquisa abrangente sobre recuperação de espaço

– “Há coisas que nós poderíamos fornecer aos alunos e professores se tivéssemos mais espaço disponível.”

– “Deixamos algumas das nossas áreas para outros grupos na universidade, então o espaço tornou-se um um prêmio.”

– “Equilibrar o uso do espaço é fundamental – há muitas necessidades que competem entre si!”

Essas observações e muitas outras vieram de 608 bibliotecários de bibliotecas acadêmicas, escolares, públicas e de faculdades comunitárias pesquisadas pela ProQuest de junho a setembro de 2016 nos Estados Unidos.

As conclusões estão disponíveis neste novo relatório.

Um tópico na mente de todos

“As necessidades dos nossos usuários são as principais razões para os projetos de recuperação.”

Dado que as questões de espaço são um grande fator de mudança nas bibliotecas, perguntamos aos participantes da pesquisa algumas questões pontuais e recebemos algumas respostas de abrir or olhos:

– 87.5% apontaram a reclamação do espaço como “muito importante” ou “importante”;

– 82% afirmam que a recuperação de espaço é uma prioridade ou será em um futuro próximo;

– 83% estão usando espaço recuperado para espaços de colaboração;

– 25% planejam construir makerspaces / hackerspaces;

E quantas bibliotecas estão vendo aumento de financiamento especificamente para mais espaço? Apenas 6%.

O que está impulsionando esta mudança?

“Esperamos reorganizar e, possivelmente, reconstruir grande parte da biblioteca para fornecer sala de estudo e consulta.”

De acordo com nossa pesquisa, a força motriz mais popular para recuperação de espaço (48%) é o feedback direto dos usuários e solicitação. Em resumo, as pessoas querem que sua biblioteca seja atualizada e atualizada para as necessidades colaborativas atuais.

– Mas o orçamento também tem seu impacto na iniciativa. Cerca de 23% dos participantes disseram que as demandas orçamentárias – geralmente impulsionadas pelo encolhimento do financiamento – contribuíram para um uso mais estratégico do espaço da biblioteca, que se vincula ao conceito de fazer mais com menos.

– 16% disseram terem sido inspirados por outras bibliotecas que estão se beneficiando da recuperação espacial.

De onde vem esse espaço?Algo tem que dar quando solicitar espaço na biblioteca, e na maioria das vezes que algo é impresso.

“Enquanto estamos capinando nossa coleção de impressos, deve-se notar que não há um movimento para se livrar do impresso supondo que o eletrônico é o melhor formato. Estamos sendo muito ponderados em nosso processo – o impresso não está morto.”

Algo tem que “abrir espaço” quando falamos de reformulação de espaço na biblioteca, e na maioria das vezes, este algo é o formato impresso.

– A grande maioria dos entrevistados (65%) disse que remover o material impresso e oferecer títulos em formato eletrônico é a chave para seus esforços.

Quanto ao tipo de impressos sendo aposentados, as maiores margens vão para periódicos históricos (81%), documentos governamentais (60%) e jornais históricos (34%). Isso é razoável – como esses documentos “envelhecem”, eles estão em risco de danos e desintegração. Ao mesmo tempo, os estudiosos estão cada vez mais acostumados a encontrar este conteúdo histórico digitalizado online.

– Os livros impressos representam cerca de 19% do material aposentado para criar mais espaço. Mas, como um bibliotecário em Montgomery, Alabama, reitera: “O impresso não está morto.”

De onde vem a resistência?

Surpreendentemente, o dinheiro exerce relativamente pouca influência. Apenas 25% dos bibliotecários entrevistados denominaram “orçamento” como um desafio nos esforços de reformulação espacial. Mais premente é a falta de “tempo, pessoal, planos e outros recursos” (39%).

Notavelmente, 29% dos entrevistados listaram “resistência à mudança” de professores, estudantes e outros na comunidade acadêmica como um obstáculo para a recuperação do espaço.

Como mencionei em um blog anterior, Resistência à mudança é apenas natural, mas pode ser superada. Todos passam por 5 estágios de mudança: Consciência, Desejo, Conhecimento, Ação e Reforço. O que muitas vezes encontramos em projetos de recuperação de espaço é a consciência universal de que ela precisa acontecer. No entanto, obter todos a bordo com o desejo de torná-lo uma realidade é um obstáculo enfrentado por muitas bibliotecas.

“Perdoe nossa poeira”

Mesmo quando o espaço está sendo reatribuído, os bibliotecários devem considerar o efeito de curto prazo em suas comunidades. Alguns projetos podem interromper o fluxo de trabalho tanto para funcionários quanto para usuários.

– Uma biblioteca enfrentou meses de poeira, fumaça de diesel e britadeiras. Uma vez que o projeto termine, disse o bibliotecário, “esperamos que a única questão seja se acostumar com os novos espaços e descobrir para onde tudo se mudou.”

A definição de sucesso na recuperação de espaço

“Alunos que não precisam se sentar em peitoris de janela – a menos que seja por escolha!”

Para toda a poeira e perturbação, a recuperação do espaço continua a ser uma prioridade chave nas bibliotecas que estão comprometidas com a mudança.

Entre muitos bibliotecários pesquisados, a criação de uma comunidade de usuários felizes e produtivos define uma iniciativa bem-sucedida. Os participantes também falaram em defender seus novos espaços de outros departamentos acadêmicos que gostariam de subarrendar as áreas atualizadas da biblioteca para seu próprio uso.

Não deixe que a resistência à mudança impeça o progresso

Preocupações sobre o impacto potencial de livros impressos perdidos, o impacto para professores e pesquisadores e, como o espaço real deve ser usado … todas são questões colocadas pelo pessoal da biblioteca. Reconhecendo essa realidade, uma estratégia eficaz de Gerenciamento de Mudanças reflete seus esforços para avançar com a recuperação do espaço – e esclarece seu papel como líder da biblioteca para ajudar a sua equipe a superar as objeções antecipadas.

Em sua raiz, a gerência da mudança representa o processo, as ferramentas, e as técnicas para controlar o lado humano na mudança para conseguir um resultado de negócio exigido. Comunicações, coaching e treinamento entram no processo, ajudando a garantir que mesmo aqueles que temiam ou rejeitavam a mudança inicialmente acabem compreendendo totalmente o que está ocorrendo em seu local de trabalho.

E funciona? Como os especialistas em Gestão de Mudanças em Prosci aponta, “dos 245 participantes da pesquisa que relataram ter excelente eficácia de gestão de mudança, 94% atingiu ou excedeu os objetivos do projecto.

Saiba mais sobre mudança

Da recuperação do espaço às atualizações digitais, a ProQuest se dedica a criar mudanças benéficas para as bibliotecas e seus pesquisadores – e apoiamos nossa promessa com membros da equipe treinados e certificados nas técnicas de Gerenciamento de Mudanças. Sua biblioteca está contemplando uma transição?