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A complexa história dos sobreviventes do Holocausto na América Latina

Um novo projeto de pesquisa centra-se nas perspectivas dos imigrantes judeus na América Latina, enquanto a região faz manchetes de notícias para os últimos laços nazistas

Uma equipe de pesquisa foi convocada recentemente para a primeira Semana de Pesquisa Interdisciplinar da Universidade da Califórnia do Sul (USC). Esses estudiosos delinearam um projeto colaborativo centrado no uso do Visual History Archive na exploração de perspectivas de sobreviventes do Holocausto na América Latina.

Inspirados por este trabalho, compartilhamos alguns destaques de sua apresentação e exploramos brevemente as tensões culturais e políticas para as populações judaicas na América Latina, bem como a forma como essa história está reaparecendo nas notícias recentes com a descoberta de objetos nazistas escondidos em Buenos Aires.

Pesquisando perspectivas pessoais de sobreviventes do Holocausto na América Latina

Em agosto, um grupo de estudiosos interdisciplinares da América Latina reuniu-se na Centro da Fundação Shoah para Pesquisas Avançadas sobre o Genocídio da USC para discutir um projeto inovador envolvendo testemunhos do Visual History Archive (VHA).

A partir de uma diversidade de disciplinas e especialidades sobrepostas – incluindo história, filosofia, literatura, artes visuais e estudos de memória – esses sete estudiosos delinearam a importância de estudar testemunhos de sobreviventes do Holocausto para insights sobre as populações judaicas que chegam na América Latina antes, durante e depois da Segunda Guerra Mundial.

A América Latina foi um destino significativo para os imigrantes judeus, mas as experiências individuais de judeus na Argentina, no Chile, na Colômbia e no México foram amplamente ignoradas na historiografia do Holocausto. No entanto, os depoimentos da VHA estão permitindo que esta equipe de pesquisa analise comparativamente as experiências e narrativas individuais dos sobreviventes do Holocausto nesses países.

Em sua apresentação, intitulada “Sobreviventes do Holocausto na América Latina: Memórias de Mobilidade, Migração e Integração”, a equipe delineou o foco de seu projeto investigando estas questões:

  • Quais foram as experiências de sobreviventes relativas à mobilidade, migração e integração?
  • Quais os significados que os sobreviventes atribuem às suas experiências?
  • Como os contextos nacionais e culturais aparecem nas narrativas dos sobreviventes??

A partir destas questões, os pesquisadores compartilharam vários temas principais que emergem da análise dos testemunhos até agora, direcionando o futuro do esforço colaborativo: locais de origem, trajetórias, processos de migração e motivos de migração; redes de ajuda; condições do local de destino (incluindo clima, comida, política, anti-semitismo e xenofobia); primeiras impressões e encontros (vizinhos, escolas, trabalho, comunidades); alteridade e identidade; cidadania e pertencimento.

Para um senso de contexto histórico em torno deste novo projeto de pesquisa, exploramos brevemente o clima cultural na América Latina com a chegada dos sobreviventes do Holocausto.

Tensões culturais e políticas para populações judaicas na América Latina

Ilan Stavans, professor de espanhol no Amherst College, escreveu em um artigo de 2001 intitulado “O Impacto do Holocausto na América Latina”,  que “os imigrantes judeus em novas terras sempre se esforçaram para equiparar-se e se tornarem cidadãos plenos. Mas aqueles que fugiram para a América hispânica enfrentaram um tipo particular de anti-semitismo.” Desde a Idade Média, ele explicou, o conceito de “pureza de sangre”, pureza de sangue, foi usado por “cristãos antigos para denegrir convertidos indiferentes” principalmente ex-judeus.

Stavans acrescenta que “mesmo em territórios onde os judeus não foram ativamente perseguidos, a xenofobia contra aqueles que não são genealogicamente católicos romanos ainda é onipresente”, e descreve como, em sua juventude no México, os membros judeus da comunidade eram tratados com suspeita.

Um afluxo de sobreviventes judeus do Holocausto chegou à América Latina nos anos 40 e 50 – o maior deles, cerca de 100 mil, se instalando na Argentina. Stavans ressalta: “muitos imigrantes judeus que sobreviveram ao Holocausto e chegaram à América Latina enfrentaram uma triste ironia: eles se viram vivendo com fugitivos nazistas frequentemente visíveis que também encontraram o caminho para lá”.

Líderes como o influente general da Argentina, Juan Peron, simpatizavam com ideologias fascistas e esperavam ganhar conhecimentos militares desses fugitivos. Laurence Norman escreveu em um artigo do Washington Post de 2001 que “1.500 ex-nazistas de alto escalão foram autorizados a entrar na Argentina em um momento em que os refugiados judeus tiveram que se esgueirar através do Paraguai e do Uruguai”.

Os mais conhecidos desses oficiais nazistas que escaparam para a América Latina foram o médico de Auschwitz, Josef Mengele, conhecido como “O anjo da morte”, Klaus Barbie, apelidado de “Carniceiro de Lyon” porque ter pessoalmente torturado prisioneiros franceses da Gestapo e o “técnico da morte” de Hitler, Adolf Eichmann, um dos principais organizadores do Holocausto, que residiu em Buenos Aires sob o nome de Ricardo Klement até sua captura por agentes israelenses em 1960.

A Argentina e o Holocausto em notícias recentes

Em julho de 2017, o Ministério das Relações Exteriores da Argentina entregou ao Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos em Washington cerca de 40.000 documentos sobre a Segunda Guerra Mundial, alguns deles relacionados a criminosos nazistas.

The Times of Israel reportou que esses documentos incluem cartas, telegramas, artigos de jornais, notas e relatórios produzidos pelo Ministério das Relações Exteriores da Argentina entre 1939 e 1950.

O artigo também menciona a recente descoberta de um tesouro de objetos nazistas descobertos no início do mês pela Polícia Federal da Argentina. De acordo com o New York Post, essas peças – 75 no total, incluindo um baixo relevo de Adolf Hitler, um dispositivo médico usado para medir cabeças e capas de lupa embutidas com suásticas – foram encontrados em uma sala escondida na casa de um colecionador de arte fora Buenos Aires.

Uma investigação para determinar a origem desses objetos está em andamento.

Sugestões para pesquisa adicional:

Nouwen, M. L. (2013). Oy, my buenos aires: jewish immigrants and the creation of argentine national identity.

Klich, I., & Lesser, J. (Eds.). (1998). Arab and jewish immigrants in latin america: images and realities.

Brodsky, A., & Rein, R. (Eds.). (2014). The new jewish argentina: facets of jewish experiences in the southern cone.

Gleizer, D. (2013). Unwelcome exiles: mexico and the jewish refugees from nazism, 1933-1945.

Agosín, M. (Ed.). (2005). Memory, oblivion, and jewish culture in latin america.

Stavans, I. (Ed.). (2016). Oy, caramba!: an anthology of jewish stories from latin america.

ProQuest Historical Newpapers – Jewish American Newspapers
A imigração judaica explodiu no início do século 20 quando dois milhões de judeus da Europa Oriental fugiram de sua terra natal para os Estados Unidos em busca de trabalho. Como os judeus ajudaram a transformar a cultura americana, a América também transformou o pensamento judaico e reformou sua prática religiosa. Cada um dos Historical Newspapers: American Jewish Newspapers permite aos pesquisadores investigar o surgimento do sionismo e a formação de políticas norte-americanas em direção ao estado de Israel, complementadas por títulos de Historical Newspaper, incluindo o The Guardian e o Jerusalem Post.

Twentieth Century Religious Thought, Volume III: Judaism
Uma reunião de 100.000 páginas das obras mais importantes e fontes primárias para o estudo do judaísmo, incluindo vozes de regiões do mundo. Estes incluem trabalhos relacionados aos estudos pós-Holocausto de Emil Ludwig Fackenheim (To Mend the World: Foundations of Post-Holocaust Jewish Thought and The Jewish Bible After the Holocaust: A Re-reading), Berel Lang (Post-Holocaust: Interpretation, Misinterpretation, and the Claims of History) e Zachary Braiteman ([God] After Auschwitz: Tradition and Change in Post-Holocaust Jewish Thought).

Visual History Archive 
Sobreviventes e testemunhas do Holocausto e outros genocídios compartilharam suas histórias e experiências em uma coleção de mais de 55.000 entrevistas audiovisuais de duas horas com o USC Shoah Foundation Institute for Visual History. A ProQuest tem a honra de trabalhar com o USC Visual History Archive, oferecer este material em sua totalidade a um público mais amplo e contribuir com transcrições de qualidade arquivística de todos os depoimentos. Assista aos vídeos e saiba mais.

Fontes:

Argentina delivers thousands of WWII-era documents to US holocaust museum. (2017, Jul 30). The Times of Israel.

Norman, L. (2001, Mar 04). Argentina, once nazi haven, faces up to holocaust; elderly jewish survivors tell students about wartime lives. The Washington Post.

Moore, M. (2017, Jun 21). Nazi cache in argentina. New York Post.

Stavans, I. (2001). The impact of the holocaust in latin america. The Chronicle of Higher Education, 47(37), B7-B10.

Stroud, Martha. (2017, September 5). 2017 Interdisciplinary Research Week Lecture Summary.

 

Vídeos inspiram maior envolvimento na aprendizagem

Um blog da série What Researchers Need.

71% dos pesquisadores usam vídeosPesquisa revela que o uso de vídeo por estudantes e acadêmicos cresceu 82% entre 2014 e 2017

Embora o conteúdo tradicional dos periódicos revisados por pares continue sendo um recurso básico para os pesquisadores, uma pesquisa recente realizada pela ProQuest indica que a pesquisa e o ensino baseiam-se em um mix diversificado de tipos de conteúdo.

Nos anos entre as pesquisas da ProQuest, os vídeos fizeram uma escalada dramática em popularidade. Em 2014, apenas 39% dos inquiridos utilizavam o video para fins educacionais. Em 2017, entre os 410 pesquisados, o uso de vídeo quase dobrou para 71%.

Na era digital, o vídeo é onipresente. Disponível através de um número infinito de serviços, transmitido em uma variedade de dispositivos, o vídeo é simplesmente uma parte da vida cotidiana. Estudantes e estudiosos estão acostumados a isso e esperam ter acesso a ele.

Qual o valor do uso de vídeos para a pesquisa e o aprendizado?

Um relatório de mercado de junho de 2016 da Outsell sobre “Vídeos na Educação” descreve algumas das vantagens de fornecer conteúdo de vídeo aos alunos:

  • Engajamento. Os alunos gostam de vídeos e é provável que se envolvam mais com estes, resultando em melhor compreensão e retenção de conteúdo.
  • Autenticidade. As informações fornecidas por um professor podem ganhar mais autoridade quando complementadas com conteúdo de vídeo apresentado por fontes respeitadas ou especialistas da área.
  • Atualidade. O conteúdo de vídeo pode ser entregue em tempo real para as notícias mais atualizadas relacionadas à eventos atuais. Ao mesmo tempo, o conteúdo de notícias mais antigas ajuda a fornecer uma história completa sobre eventos que estão se desenrolando.
  • Impacto. A more emotional connection may be sparked by watching video content to enable a deeper, more memorable interaction with the material.
  • Apresentação à conceitos difíceis. Ver uma demonstração de um conceito complexo em um vídeo pode ser melhor para alguns alunos do que usando outros recursos e reforça textos ou materiais de aula.

Acesso simplificado ao conteúdo de vídeos em streaming, crie uma experiência de aprendizagem ideal

A Academic Video Online da Alexander Street é um serviço de assinatura mais abrangente que possui 62.000 títulos de video multidisciplinar com curadoria editorial para fins educacionais que abrangem uma variedade de assuntos, incluindo antropologia, negócios, aconselhamento, cinema, artes cênicas, saúde, estudos sobre diversidade, história e muito mais. Mais de 17.000 títulos são exclusivos da Alexander Street. Vários tipos de conteúdo, como documentários, demonstrações, vídeos de treinamento, clipes de notícias e mais apoiam as necessidades de professores e alunos em seus ambientes de aprendizagem.

Academic Video Online posterEsta coleção inclui conteúdo de mais de 1.500 principais distribuidores, produtores e cineastas, incluindo 60 Minutes /CBS, A+E Networks’ HISTORY®, PBS, BBC, Intelecom, Insight Media, Microtraining, Filmakers Library, Envision, Inc., Stanley Milgram, Dallas Telecourses, e Davidson Films.

  • Near Normal Man, Eixample, 2017
  • Class of ’27, A new generation in three forgotten places, Lost Nation Pictures, 2017
  • Radio Kobani, Journeyman TV, 2016
  • Losing Sight of Shore, Privately Published, 2017
  • Kiki, Sundance Select, 2016
  • Citizen Jane: Battle for the City, Sundance Select, 2016
  • Reinventing Cuba, SW Pictures, 2015
  • A Nation Divided? The Charlie Hebdo Aftermath, BBC, 2015

Alexander Street, uma empresa ProQuest

A Alexander Street foi fundada em maio de 2000, com o objetivo de publicar coleções digitais de streaming em grande escala de excepcional qualidade nas ciências humanas e sociais. Em busca, especificamente, de conteúdo raro e difícil de encontrar para adicionar funcionalidades e, assim, cumprir a missão de “fazer vozes silenciosas serem ouvidas”. A empresa se uniu à ProQuest em 2016.

Os vídeos de Alexander Street incluem documentários, entrevistas, performances, programas de notícias e jornais cinematográficos, gravações de campo, comerciais, demonstrações, imagens originais e material bruto. Usuários encontrarão milhares de filmes premiados, incluindo vencedores do Academy Awards (Oscar) e Emmy, juntamente com os filmes mais utilizados para a sala de aula, além de filmes recém-lançados e material de arquivo
anteriormente indisponíveis.

Nos últimos anos, a Alexander Street inovou com modelos de negócios impulsionados pela demanda, incluindo a Patron Driven Acquisition, a Evidence Based Acquisition e, mais recentemente, o Access to Own (ATO) – que permite aos clientes acessarem a uma coleção na sua totalidade e escolherem títulos seleccionados para possuírem no final de um assinatura.

Saiba mais sobre a mudança das necessidades de informação dos pesquisadores.

Notícias fornecem um contexto único e insights em todo o currículo

Diferentes manchetes de diversos jornais

Um blog da série What Researchers Need.

Abrangendo tópicos em todos os assuntos, os recursos de notícias são essenciais para todos os alunos e estudiosos

Embora o conteúdo tradicional de periódicos revisado por pares continue sendo um recurso básico para pesquisadores, uma recente pesquisa feita pela ProQuest revela que pesquisa e ensino são informados por uma mistura diversificada de tipos de conteúdo.

Jornais e conteúdo de notícias, revelam os dados, constituem uma parte vital das necessidades de conteúdo pois são utilizados por 72% dos 410 pesquisadores que responderam à nossa pesquisa. Uma porcentagem ainda maior (88%) dos pesquisadores que também ensinam, recomenda jornais a seus alunos, indicando o valor dos jornais para pesquisas de graduação.

Por que tantos pesquisadores usam jornais?

Porque a cobertura é tão diversificada, os jornais são inestimáveis para todos os pesquisadores. Eles contêm uma amplitude de conteúdo que é relevante para quase todos os assuntos, em todo o currículo. Com tópicos que cobrem história, política, artes, negócios, ciência e muito mais, os jornais são uma fonte primordial essencial para alunos e estudiosos – desde iniciantes até avançados – buscando informações sobre questões atuais e eventos históricos.

O conteúdo das notícias também fornece um contexto crítico para ampliar o escopo dos pesquisadores para novas percepções e aprendizado. As questões e eventos podem ser examinados no âmbito de questões e eventos comcomitantes e, eventos à medida que se desenrolaram, capacitando pesquisadores com um sentido multidimensional da época que estão explorando. Os jornais também fornecem considerações exclusivas de primeira mão de questões com perspectivas regionais, nacionais e internacionais para múltiplos pontos de vista, resultando em uma compreensão mais compreensiva e abrangente dos eventos ao longo do tempo.

Mãos segurando jornal

Além disso, o conteúdo das notícias mantém os pesquisadores conectados com os assuntos atuais. Isso os coloca em contato com novos desenvolvimentos e oportunidades atuais em diferentes áreas do conhecimento e desenvolve uma consciência sobre como ampliar o impacto de seu trabalho em sua área, bem como no mundo em geral.

Notícias em ação

Aqui estão alguns exemplos inspiradores de como os recursos de notícias permitiram aos pesquisadores fazer descobertas extraordinárias que de outra forma poderiam ser impossíveis:

  • O Doutorando Zack Turpin descobriu uma série de artigos de fitness masculinos do século XIX sob o título “Manly Health” de Mose Velsor – o pseudónimo do poeta americano Walt Whitman. Um fã de ProQuest Historical Newspapers, Turpin procurou “Mose Velsor”, e suas descobertas revelaram-se brilhantes na compreensão de um período crítico na carreira de Whitman.
  • Ao destacar os detalhes diários da experiência afro-americana, o Professor Matt Delmont criou um projeto digital aclamado chamado “Black Quotidian”, preenchido com artigos de arquivo de jornais digitalizados do ProQuest Historical Black Newspapers. “Ler jornais [escritos por/para] negros é um caminho para uma história mais rica, onde a luta fazia parte da vida cotidiana, mas nem sempre predominante nas mentes das pessoas”, disse ele.
  • Como bibliotecário-chefe no The Boston Globe, Lisa Tuite pesquisou e ajudou a desmascarar um grande segredo acobertado que envolve o abuso sexual na Igreja Católica. A investigação ganhou para o jornal o Prêmio Pulitzer 2003 por Serviço Público e a história inspirou Spotlight, o drama policial vencedor do Oscar de 2015 e estrelado por Rachel McAdams, Mark Ruffalo e Michael Keaton.
  • Um bibliotecário de referência de história local na Biblioteca Pública de Cincinnati e do Condado de Hamilton usou a base de dados Cincinnati Enquirer da ProQuest Historical Newspapers para traçar o significado de uma data gravada em um antigo pote de cobre.

A coleção de conteúdo de notícias mais abrangente do mundo

ProQuest Historical Newspapers é o arquivo digital definitivo para jornais, abrangendo 50 títulos históricos líderes. Os pesquisadores são empoderados para viajar digitalmente através dos séculos, se tornando testemunhas da história.

Cada edição inclui o documento completo, cobertura de capa a capa, imagens completas de páginas e artigos em formato PDF facilmente descarregável. Os pesquisadores podem estudar a progressão das questões ao longo do tempo através dessas páginas históricas de jornais, incluindo artigos, fotos, propagandas, classificados, obituários, tirinhas e muito mais. A coleção completa do ProQuest Historical Newspapers ™ contém quase 45 milhões de páginas digitalizadas.

Global Newsstream permite que os usuários busquem o conteúdo de notícias globais mais recente – com arquivos que retrocedem até a década de 1980 – com mais de 2.500 fontes de notícias, incluindo jornais, newswires, conteúdos de notícias/jormais digitais, transcrições de transmissões e sites em formato de texto completo. O Global Newsstream fornece uma das maiores coleções de notícias dos EUA, Canadá, Europa, África, Ásia, América Latina e Austrália. Não há paywalls (bloqueios à conteúdo restrito) e a maioria das cargas de conteúdo acontece no mesmo dia – geralmente por volta das 9h.

Este é o lugar para as últimas notícias de fontes como o Wall Street Journal, The New York Times, The Washington Post, The Economist, The Guardian e ProPublica em assuntos tão recentes quanto a manifestação nacionalista branca em Charlottesville, EUA, a crise dos mísseis norte-coreanos, a investigação americana sobre a influência da Rússia nas eleições e o aumento das tensões pós-eleitorais no Quênia.

Saiba mais sobre a mudança das necessidades de informação dos pesquisadores.

Dissertações … Empoderando pesquisadores com idéias e visão de ponta

Um blog da série What Researchers Need.

As dissertações geralmente fornecem a única informação sobre um tópico específico e trazem à superfície a pesquisa primária que não está disponível em outros formatos

Embora o conteúdo tradicional de periódicos revisado por pares continue sendo um recurso básico para os pesquisadores, uma pesquisa recente da ProQuest indica que a pesquisa e o ensino são alimentados por uma mistura diversificada de tipos de conteúdo.

Duas das fontes de conteúdo mais utilizadas foram as dissertações e teses, conforme mencionou 74% dos 410 pesquisadores de todo o mundo que responderam à nossa enquete. Elas não são populares somente entre os pesquisadores, mas aqueles com responsabilidades de ensino também recomendam dissertações para seus alunos. Na verdade, o número de professores que recomendam o uso de dissertações para a pesquisa de seus alunos (86%) é maior do que o daqueles que as usam (74%).

Por que tantos pesquisadores usam dissertações?

As dissertações são uma fonte inestimável de pensamento e reflexão acadêmica. Uma das maiores preocupações para quem escreve um trabalho acadêmico é se todos os artigos ou informações relevantes foram encontrados. Com uma cobertura profunda e extensas bibliografias de onde emergem fontes e idéias que de outra forma talvez se perdessem, as dissertações são uma ferramenta importante para as revisões da literatura.

Além disso, as dissertações geralmente podem fornecer a única informação sobre um tópico específico. E em disciplinas onde as revistas não são a principal forma de comunicação acadêmica, como a história ou a literatura, as dissertações oferecem acesso a pesquisas primárias significativas que não são publicadas em nenhum outro formato. Elas também podem esconder idéias seminais de estudiosos notáveis, incluindo:

Carl Sagan, Physical Studies of Planets. The University of Chicago, ProQuest Dissertations Publishing, 1960. 301918122.

Martin Luther King, Jr. A Comparison of the Conceptions of God in the Thinking of Paul Tillich and Henry Nelson Wieman. Boston University Graduate School. ProQuest Dissertations Publishing, 1955. 0024708.

Temple Grandin. Effect of Rearing Environment and Environmental Enrichment on Behavior and Neural Development in Young Pigs. University of Illinois at Urbana-Champaign, ProQuest Dissertations Publishing, 1989. 8924824.

Com o processo de revisão por pares dos periódicos, que freqüentemente leva 2 ou 3 anos, as dissertações oferecem acesso à pesquisa acadêmica de ponta, bem como um ângulo acadêmico sobre temas globais.

Acesse milhões de dissertações com a ProQuest

A ProQuest Dissertations & Theses Global é o maior repositório comercial de dissertações de pós-graduação e teses, contendo mais de 4 milhões de obras de todo o mundo e com mais de 130 mil novos trabalhos adicionados à base de dados a cada ano. Coleções menores, porém significativas, também estão incluídas em muitas de nossas bases de dados, como a ProQuest Central (com mais de 150.000 em texto completo), e outras bases de dados em saúde, negócios, ciências sociais, ciência e tecnologia e humanidades.

Alguns exemplos interessantes e tópicos incluem:

The Impact of the Brexit Referendum on Various World Stock Markets
Arora, Jasleen. The University of North Carolina at Charlotte, ProQuest Dissertations Publishing, 2017. 10281097.

One Belt One Road: China’s Nation-Building Initiative
Zhang, Yizhi Jing Jing. The George Washington University, ProQuest Dissertations Publishing, 2017. 10244494.

The Language of Anti-Intellectualism: A Study of the Presidential Rhetoric of Barack Obama and Donald Trump
Godfrey, Samantha. Hofstra University, ProQuest Dissertations Publishing, 2017. 10286102.

Mesmo obras escritas há muitos anos continuam a ter relevância hoje. Considere esta dissertação, que vale a pena olhar em celebração ao recente 50º aniversário de The Beatles Sergeant Pepper’s Lonely Heart’s Club Band.

Descubra mais sobre as mudanças das necessidades de informação dos pesquisadores, lendo os resultados da recente pesquisa feita pela ProQuest.

Os pesquisadores exigem mais diversidade em fontes de conteúdo

Infográfico

Veja o infográfico.

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A pesquisa e o ensino dependem cada vez mais de um mix de tipos de conteúdo além dos periódicos acadêmicos tradicionais, revelou pesquisa

Embora o conteúdo tradicional de periódicos revisado por pares continue sendo um recurso básico para pesquisadores, uma pesquisa recente da ProQuest indica que a pesquisa e o ensino são informados por uma combinação cada vez mais diversificada de tipos de conteúdo. A pesquisa demonstra que as coleções de bibliotecas com uma variedade de fontes de conteúdo se alinham mais às mudanças nas necessidades e expectativas dos usuários – com a mudança mais dramática na demanda por conteúdo multimídia.

A evolução da demanda por recursos de vídeo

A pesquisa de 2017 da ProQuest é um seguimento à pesquisa semelhante realizada em 2014 e que perguntou à uma população global de estudantes de nível de pós-graduação até corpo docente quais os tipos de conteúdo que eles usaram em suas pesquisas e quais foram recomendados aos alunos. Nos dois anos entre as pesquisas, o conteúdo de vídeo mostrou o maior crescimento em popularidade entre pesquisadores.

Em 2014, apenas 39% dos entrevistados estavam incorporando vídeos como parte de suas informações. Em 2017, o uso aumentou para 71%.

Pedidos de outros recursos em ascensão

Além disso, as revistas de acesso aberto (Open Access) viram sua credibilidade aumentar. 72% dos entrevistados as mencionaram e o índice de recomendação por professores foi de 89%.

À medida que a comunidade de pesquisa cruza cada vez mais limites geográficos, as revistas científicas de outros idiomas que não o inglês são avaliadas por mais pesquisadores – cerca de 60% dos entrevistados as utilizam.

Outras mudanças importantes também foram relacionadas ao impacto de tecnologia relativamente nova: o número de entrevistados que responderam que usam ebooks subiu de 69% para 80%. O uso de conteúdo de blogs também aumentou de 37% para 61%. Embora ainda seja a fonte mais popular de pesquisa, o uso de livros impressos viu um declínio significativo, caindo de 95% para 83% na citação de uso pelos pesquisados.

Soluções

As bibliotecas podem combinar tendências de pesquisa e ensino ao:

  • Incorporar livros impressos e ebooks como uma espinha dorsal importante para ir além do conteúdo das revistas;
  • Adicionar coleções de vídeo para atender às necessidades do pesquisador por conteúdo multimídia examinado e confiável;
  • Fornecer acesso à pesquisa e vozes emergentes com coleções que incluem dissertações e documentos de trabalho;
  • Garantir o acesso a relatórios de empresas, indústria e mercados para coleções que apoiam pesquisadores de negócios;
  • Manter-se à frente das tendências dos periódicos organizando-se e incluindo materiais Open Access e de outros idiomas em suas coleções ou na aquisição de materiais agregados.

Para equilibrar os requisitos de orçamento com as demandas dos pesquisadores, as bibliotecas podem considerar a construção de suas coleções fundamentais através da aquisição de recursos agregados que englobam uma diversidade de conteúdo.

Para ver os resultados da pesquisa em detalhes, leia o relatório.

Matti Shem Tov sucederá a Kurt Sanford como CEO da ProQuest

Em 23 de maio, a ProQuest anunciou que Matti Shem Tov sucederá a Kurt Sanford, CEO da empresa desde 2011, uma transição que acontecerá durante os próximos meses. Kurt ficará na ProQuest até o final de 2017, para assegurar que a transição seja realizada sem problemas. Discutirão juntos sobre o compromisso que engloba o legado da ProQuest, examinando os últimos seis anos e o futuro.

Acreditamos na importância do trabalho daqueles a quem servimos.

Essa afirmação é o cerne da razão de ser da ProQuest. Tem sido um guia para nós desde 1938, quando Eugene Power microfilmou o Short Title Catalog da Biblioteca Britânica, permitindo que as bibliotecas compartilhem coleções raras e expandam suas coleções, sem necessitar de mais espaço, e ampliem o uso incluindo aqueles estudiosos que não podiam viajar para bibliotecas longínquas para realizar suas pesquisas.

Este passado é um legado monumental e nosso caminho futuro é claro por causa da forma como priorizamos nossas ações: abordamos as necessidades mais prementes das bibliotecas, pesquisadores, professores, estudantes e fornecedores de conteúdo de todos os tipos.

Nos últimos seis anos, isso significou reunir ativos e talentos complementares entre si que podem simplificar e aprimorar os fluxos de trabalho de nossos clientes e usuários. Nós convergimos plataformas para fazer com que a busca do rico conteúdo da ProQuest seja mais rápida, mais simples e mais robusta. Desenvolvemos novos sistemas e procedimentos e nos reestruturamos internamente para nos tornar mais fácil de trabalhar. E reunimos empresas que produzem mais valor para bibliotecas e pesquisadores quando estão conectados.

Esse trabalho estabeleceu uma trajetória clara para a ProQuest, permitindo-nos ajudar as bibliotecas e os usuários a alcançar sucessos. Estamos cientes também de que nossos clientes gostariam de nos ver ainda melhores e continuamos empenhados em investir nessas áreas. Além disso, estamos aprimorando nosso foco no desenvolvimento de maior agilidade e capacidade de resposta às necessidades emergentes. Nosso futuro exige que trabalhemos na vanguarda das demandas dos usuários, permitindo que bibliotecas e universidades se articulem e se adaptem aos seus ambientes dinâmicos.

A Ex Libris está começando também um novo capítulo: nosso colega Bar Veinstein, Vice-Presidente Corporativo de Soluções de Gerenciamento de Recursos, se tornará o próximo presidente da Ex Libris, garantindo estabilidade e crescimento contínuo para uma empresa que é valorizada por bibliotecários e universidades em todo o mundo.

Assim como estamos orgulhosos de nossa herança, estamos animados para construir sobre esse passado, sempre com melhores serviços e inovação para nossos clientes e usuários.

Nossa liderança está mudando, mas nossos valores e crenças mais preciosas no importante trabalho daqueles a quem servimos permanecem iguais. Estamos ansiosos para contribuir com o seu sucesso contínuo.

* Editado em 02 de Agosto de 2017

Ajude a tornar seus pesquisadores conhecidos globalmente

Investigador usando Pivot

Precisos e atualizados, os dados do Pivot podem ajudar aos pesquisadores a beneficiar-se de especialistas em suas áreas

Digamos que você seja um especialista em qualquer área – desde pediatria até literatura inglesa antiga – e está preparando uma conferência, escrevendo um livro ou trabalhando em um grande projeto de pesquisa. Onde procurar colaboradores que tenham o conhecimento acadêmico que você precisa para ter sucesso?

Com frequência, a resposta é Pivot.

Os pesquisadores experientes usam Pivot para buscar financiamento para a sua pesquisa. Mas até mesmo os pesquisadores mais experientes também usam Pivot para divulgar seus trabalhos.

Uma base de dados de especialistas para cada área

O Pivot contém a maior coleção disponível de informações de perfil confiáveis sobre estudiosos de todo o mundo, juntamente com informações de afiliação e publicação verificadas. Os perfis de Pivot incluem informações biográficas importantes, interesses de pesquisa, publicações selecionadas e informações de contato, permitindo que os usuários identifiquem e entrem em contato com estudiosos relevantes para as suas pesquisas baseando-se em publicações e credenciais profissionais.

A base de dados é uma ferramenta única para encontrar pesquisadores por área de estudo específica, proporcionando acesso por palavra-chave à comunidade por trás do conteúdo.

Alguns destaques da base de dados de perfis do Pivot incluem:

– Mais de 3 milhões de perfis
– Âmbito internacional e multidisciplinar
– Editorialmente controlada
– Revisada regularmente para precisão e vigência
– Capacidade de atualizar partes do perfil

Quais as informações incluídas nos perfis do Pivot?

O perfil de Pivot é adicionado ou através de coleta de dados pela nossa equipe editorial ou através do proprietário do perfil que o adiciona ou atualiza.

Dados coletados: a equipe responsável pela edição de perfis do Pivot usa as fontes de informação disponíveis publicamente para construir perfis de universidades de todo o mundo. A seguinte informação, quando disponível, é colhida quando os perfis são criados:

  • Nome;
  • Email;
  • Páginas da web (home pages, páginas com publicações listadas e páginas de currículo);
  • Informações sobre o grau (instituição, grau de escolaridade, disciplina, ano);
  • Interesses de pesquisa;
  • Vínculos científicos atuais (incluindo função/posição);
  • A informação de publicações também é coletada e vinculada ao seu perfil por meio de um algoritmo automatizado próprio de correspondência que vincula publicações a perfis usando as seguintes fontes:
    > Base de dados de citações de PubMed
    > Bases de dados de citações de ProQuest
    > Base de dados de citações de CSA
    > Base de dados de citações de ERIC
    > Base de dados de citações de Agricola
    Juntas, estas bases de dados contém mais de 60 milhões de publicações.

Somente as publicações que podem estar “definitivamente” ligadas ao seu perfil serão exibidas em sua página de perfil. Além disso, os endereços e as comunidades são determinados automaticamente e adicionados aos perfis. As informações de corpo docente não disponíveis em páginas da web não serão colhidas quando o perfil for criado.

Dados adicionados pelo proprietário do perfil: uma vez que uma pessoa tenha reivindicado seu perfil, ela pode incluir informações adicionais àquilo que já está listado.

  • Os proprietários de perfil podem atualizar e fornecer:- Um documento com informações de publicação adicionais (os formatos de arquivo aceitos são .doc, .docx, .html, .odt, .ods, .odp, .pdf, .ppt, .pptx, .rtf, .txt, .text, .xls , .xlsx). O Pivot irá indexar e fazer esses documentos pesquisáveis nas áreas de pesquisa rápida e avançada;
  • Links para páginas da web com publicações (também indexadas e pesquisáveis);
  • Páginas ou documentos do CV (também indexados e pesquisáveis);
  • Endereço de e-mail adicional (atual e anterior);
  • Afiliações adicionais (atuais e anteriores);
  • Segundo nome e iniciais;
  • Experiência e outras informações – campos de texto gratuitos que permitem adicionar uma nova ou atualizar uma declaração de experiência existente.

Aprenda mais sobre como o Pivot pode ajudar ao corpo docente e a pesquisadores a encontrar financiamento, colaboradores e oportunidades acadêmicas.

RESOLVIDO – As plataformas ProQuest enfrentam problemas de conectividade

Por volta das 20h00 (Horário de Greenwich) nesta segunda-feira, 17 de julho, a ProQuest começou a experimentar problemas de conectividade em uma gama de nossos produtos e várias plataformas.

Estamos trabalhando diligentemente para resolver o problema e pedimos desculpas por qualquer inconveniente.

Se você precisar de assistência, entre em contato com o suporte técnico da ProQuest:

E-mail: tsupport@proquest.com
  1 (800) 889-3358 (nos Estados Unidos e no Canadá)
1 (800) 4997-4111 (fora dos Estados Unidos e Canadá)

Pedimos desculpas por esta interrupção no serviço. Estamos trabalhando diligentemente para resolver o problema.

 

A importante transição para HTTPS começa em 10 de julho

Security HTTPSFaz pouco mais de quatro meses desde que anunciamos  o nosso compromisso de conectar você e seus usuários de forma mais segura aos sistemas da ProQuest. Agora, estamos nos aproximando da fase final em que o suporte ao protocolo HTTP “será removido” e precisaremos conectar os sistemas da ProQuest com a versão mais segura, HTTPS.

A partir de 10 de julho, a plataforma ProQuest vai exigir que todos os pedidos de busca e recuperação de documentos utilizen HTTPS. Antes disso, certifique-se de que seus proxies e links de documentos estejam ajustados.

– Se sua biblioteca usa proxies para acessar a ProQuest, há algum trabalho a ser feito antes de 10 de julho para atualizar links e certificados para suportar o HTTPS. Para obter instruções sobre como completar essas alterações em servidores proxy comuns, consulte este artigo de suporte.

– Se sua biblioteca acessa o conteúdo da ProQuest diretamente (não via proxy), comece o processo para rever e converter links para o conteúdo da ProQuest para suas versões HTTPS exclusivamente garantindo, assim, que seus clientes estejam melhor protegidos à medida que pesquisam.

Além dos sistemas anunciados em janeiro, vários outros agora oferecem suporte a HTTPS, incluindo Pivot, ProQuest Congressional e muitas das nossas ofertas de K-12. A Ebook Central e outros sistemas também estarão terminando o suporte de HTTP no decorrer de 2017.

Para obter a lista completa de produtos e datas finais da transição para HTTP, reveja este artigo de suporte, que será atualizado regularmente à medida que as datas forem confirmadas. Mantenha-se informado facilmente assinando a série de artigos para ser notificado das mudanças.

Comece a usar o HTTPS como seu meio primário de se conectar a todos os sistemas ProQuest habilitados agora, para que você e seus usuários estejam melhor protegidos desde já. Isso também irá prepará-lo para a próxima suspensão de suporte à HTTP.

“HTTPS em todo lugar”

Os fabricantes de navegadores estão dirigindo em direção a uma Internet mais segura que alavanca o HTTPS o mais amplamente possível. Você notará mudanças em navegadores comuns que continuam a dirigir a mensagem de “HTTPS Everywhere” para os usuários enquanto navegam na Internet. Por exemplo, o Google atualizará seus navegador Chrome em outubro. O navegador irá notar a página da Web que usa HTTP para enviar informações como “Não seguro”, tornando os usuários mais conscientes quando enviam informações através de uma conexão não criptografada.

Como protetores de privacidade e defensores da segurança, a biblioteca é um ótimo parceiro para transmitir essa mensagem aos usuários.

Precisa de mais informação ou ajuda?

Entre em contato com uma de nossas treinadoras Ely Penna ou Eulália Soares ou o seu Gerente de Contas para obter respostas a perguntas ou preocupações sobre esta etapa final de transição para o HTTPS. Aumentar a segurança da Internet nos beneficia a todos, e essas mudanças são fundamentais para garantir que as buscas de seus usuários nos sistemas da ProQuest sejam privadas de ponta a ponta.

Portal de Periódicos da CAPES agora com acesso ao texto completo da Technology Collection

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Registre-se para o próximo treinamento online, dia 15 de Setembro, clicando aqui.

As instituições usuárias do Portal de Periódicos da CAPES agora possuem acesso à TECHNOLOGY COLLECTION da ProQuest. A coleção inclui as bases de dados Advanced Technologies & Aerospace Database, Materials Science & Engineering Database e Military Database.

Corpo docente, pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação, das universidades e institutos de pesquisa que oferecem o conteúdo da CAPES, podem pesquisar títulos das mais prestigiadas editoras de Ciência e Tecnologia mundiais, incluindo Springer, Wolters Kluwer, Elsevier, Nature Publishing Group, entre outras, com milhares de títulos em texto completo na Plataforma ProQuest. O conteúdo inclui periódicos revisados por pares, publicações comerciais, ebooks, monografias, anais de congressos, relatórios, newswires, vídeos e muito mais.

Para aqueles que precisam mergulhar profundamente em sua disciplina com extensas revisões de literatura, incluímos uma ampla gama de bases de dados de resumos e referências específicas e a contribuição editorial na seleção de conteúdo, vocabulário controlado e indexação traz estrutura para a literatura, facilitando aos pesquisadores a descoberta eficiente de conteúdo relevante dentro de cada disciplina.

As áreas temáticas incluem:

 

• Tecnologias avançadas

• Engenharia aeroespacial

• Engenharia Automotiva

• Bioengenharia e biotecnologia

• Química e engenharia química

• Engenharia Civil

• Comunicações

• Compósitos

• Ciência da Computação

• Materiais de construção

• Engenharia de terremotos

 

 

• Eletrônica e elétrica

• Engenharia

• Materiais de engenharia

• Engenharia Ambiental

• Segurança interna e terrorismo

• Indústria e fabricação

• Engenharia

• Relações Internacionais

• Ciência de materiais

• Matemática

• Engenharia Mecânica

 

• Metalurgia

• Militar e defesa

• Nanociência e
Nanotecnologia

• Novas tecnologias

• Física

• Ciência do polímero

• Aços, ligas e
metais não ferrosos

• Telecomunicações

• Engenharia de transporte

Leia no portal >

Para suporte aos pesquisadores, veja nossa página dedicada ao Portal de Periódicos da CAPES.